quinta-feira, 12 de julho de 2012

Novo Emprego

Nada como um dia saudável e comum de domingo na hora do almoço. Churrasco e aquele suco de cevada gelado pronto para servir. Tudo transcorria perfeitamente bem naquele local bucólico e interiorano do sul das Alterosas. E lá estava eu sentado em minha cadeira, esperando uma inspiração para continuar a escrever sobre como é a natureza humana age sobre uma adversidade momentânea de caráter sócio-emocional, quando de repente sinto o ar ficando um pouco mais espesso e com um cheiro de enxofre cada vez mais forte. Em um primeiro momento, não dei atenção, pois estava escrevendo sobre o sentimentalismo barato que a sociedade moderna e de como pessoas boas e honestas, como eu, sofrem com esse universo de mimimi. Porém, o odor foi aumentado e, concomitantemente, houve um aumento de temperatura, chegando a níveis estranhos para a época do ano, já que estávamos no inverno. Pois bem, aquilo me estranhou um pouco, mas nada como o que estava por vir. 
Após escrever como pessoas como eu são maltratadas e esculhambadas pelas pessoas do sexo oposto, observo surgir em torno da minha mesa algumas figuras e símbolos que não me eram estranhos. Coisas relacionadas ao ocultismo medieval e a demonologia, e o mais estranho foi a formação de um pentagrama embaixo de minha mesa. Nesse momento tive uma sensação de que algo, ou alguém, estava a me espreitar em meu próprio quarto.
Sem entender bem que raios estava se passando, virei para olhar à minha volta e dei de cara com um ser, que eu não consigo definir direito, olhando fixamente para mim, alisando sua longa barba e sorrindo, como se não sorrisse há anos.
Ao se aproximar da luz, notei que era uma figura imponente, com um ar soberbo e traços rústicos. Grandes chifres negros se alongando nas extremidades da cabeça, uma calda longa e insinuante, pernas fortes terminando em grandes cascos de boi. Ele se fazia notar muito bem com a sua pele avermelhada, um tom bem forte semelhante ao sangue coagulado. Conduziu até onde eu estava, sorriu novamente e estendeu a sua  mão para mim. 
Realmente era o próprio Cão que estava em minha humilde residência. E nessa hora só uma coisa vinha em minha mente... F O D E U...
Porra, o que que o Malandrão Mor está fazendo aqui? Caralho, ele veio me buscar em pessoal? Sou tão ruim assim? A Morte ta de greve? Contenção de gastos? Afinal, que porra é essa?
Minha cabeça girava como um grande rotor. Pensamentos iam e vinham. Minha vida passou diante de meus olhos em poucos segundos. E quando voltei a si, ele continuava lá, parado diante de mim, sorrindo e com a mão estendida em minha direção. Bem, como todo bom mineiro, retribui o sorriso, apertei a sua mão e convidei-o para se sentar.
Aquele ditado é sempre verdade, se ta no inferno, abrace o capeta. Bem, foi o que eu fiz. E para o meu maior estranhamento, o Coisa ruim começa a chorar. WFHT!!!!! Ah vá! O Big Red choramingando em meu quarto, e eu??? Bem fiquei consolando ele, sem saber o que estava se passando. Porra, eu andei bebendo? Fumando algo estragado? Até onde eu sei, nada disso passou pelo meu organismo.
O Big Red então para de chorar e fez sinal para eu me sentar na cadeira, e novamente sorrindo começa a falar, com uma voz extremamente grave e estranha
- Olá meu caro Rafael, como deve ter reparado eu sou o Diabo - eu pensei comigo mesmo "Ah cê jura?" - Estou aqui por um motivo nobre até pra mim. Estou ficando velho, cansado, chateado e puto com aquela porra que virou o inferno. Todo mundo quer que políticos, bandas de pagode, funk, os caras que aumentam o preço da cerveja e todos os inimigos alheios, que vão para o inferno. Eu tô cansado, quero paz. Aquilo ta uma verdadeira zona. Preciso de férias, por tempo indeterminado, entendeu?
E eu prontamente lhe falei: 
- Olha sr. Baphomet, não sei o que o se passa em seu trabalho, mas posso garantir que é apenas um estresse passageiro, e outra, recomendo ao senhor que procure um especialista no assunto (tá eu mandando o Capeta ir para o psicólogo...)
- HA HA HA HA HA... - e a sua risada tremeu a minha casa, só falta o filho da puta (tem mãe esse cara?) derrubar a minha casa no riso) -... você não entendeu não é mesmo? Preciso de férias, mas para isso, tenho que achar alguém que aguente a bomba no meu lugar e adivinha só quem escolhi para fazer esse servicinho bacana no meu lugar? 

PUTA QUE ME PARIU! O medo de perguntar se essa pessoa era EU simplesmente correu da minha cabeça até a frieira do meu pé, mas mesmo assim, perguntei. Afinal de contas, se fosse eu, como que o Cão reagiria se negasse um pedido dele?
- Bem sr. Capetão, pelo jeito que fala, acho que me escolheu. Porém, tenho minhas dúvidas sobre essa sua escolha. Eu não sou malvado, não sou cruel, não sou ruim. O que eu fiz para merecer tal honraria, oh senhor dos sortilégios?
- Em primeiro lugar, vai ironizar a sua mãe viu? Em segundo lugar, você foi eleito por honra ao mérito, por  bons serviços prestados. Em terceiro lugar, você acha que eu escolheria um Hitler para assumir o meu lugar?  Um Saddam? Um teletubbie? Nada disso. Eles não tem a característica que fazem um bom administrador que procuro para ajudar aquele CAOS que tá o inferno.- Ele estendeu a sua mão novamente e havia 3 objetos, uma chave em forma de tridente, um grande livro e uma caneta em forma de osso.- Bem aqui está as 3 coisas que você vai precisar para administrar aquele poleiro que é o inferno. Essa é a chave de Hades, que abre os Portões do Inferno, e qualquer outra porta, inclusive do banheiro privativo que tem fontes de águas termais, banho de lama, frigobar e uma privada autolimpante. Esse aqui é o Livro do Destino, que tem o nome de cada infeliz que passará a eternidade no inferno, juntamente com o que deve fazer de castigo. No livro também contém os seus deveres como o chefe da putaria lá. E um detalhe muito importante, você pode colocar o nome que quiser com a pena que quiser nessas paginas. E por fim essa é a Caneta da Salvação, é apenas uma caneta com um nome bonitinho. Bem esses são seus pertences para comandar o Inferno. Como benefício, pode se figurar na forma que quiseres e ir e voltar do Inferno no momento que desejares. Inclusive terás passagem livre para o Paraíso e o Purgatório. O resto você aprende na prática. E detalhe, você não poderá passar essas coisas para ninguém. Ou seja, você é o chefe agora... SE FODEU

- Mas como assim???? Espera... calma.... me explica o que que eu faço.... Porque disso???? FILHO DA PUTA...
E antes mesmo de eu acabar de xinga-ló, ele sumiu envolto de uma névoa escura. E lá estava eu com os objetos em minhas mãos e sem saber direito o que acabara de acontecer.
E sem mais fui dormir. Ao acordar, pensando ainda que tudo tinha sido um grande e doido sonho, olho para o lado e vejo os meus novos "brinquedos". Levantei e resolvi pegar a chave e coloca-lá no pescoço. Foi então que me vi em outro ambiente, de frente para um portão gigantesco adornados com crânios, chifres e coisas semelhantes. Ergo a chave, indicando que iria abrir, mas não havia sinal de fechadura ou qualquer outro tipo de trinco. Então, ao encostar a chave no portão, ruídos surgem e as pesadas portas se abrem.
Logo que adentro no recinto, prontamente sou recebido por dois seres com asas gritando apavoradamente:
-Ei chefia, finalmente o senhor chegou. Isso aqui ta uma zona. Puta que pariu. Vou te levar até a sua sala para começar o primeiro dia de trabalho..
E foi assim que eu consegui o meu novo emprego... Agora como foi o primeiro dia de trabalho... deixemos para a próxima história...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Um liquidificador...

O tempo passa ... o tempo voa ... e a merda continua!
Depois de muito meditar sobre o assunto deste post, pensei em simplesmente fazer um apanhado de alguns temas que estão em voga no momento. O ponto de partida será a política (tcharammm).
Por mais que seja um tema chato, controverso e complicado, esse tema é o grande chamariz das manchetes na mídia atualmente. Um assunto importantissímo que não podemos deixar de discutir e acompanhar de todas as formas possíveis. Devemos analizar os partidos e as idéias dos postulantes à qualquer cargo público e verificar as possibilidades das propostas de cada um. Fazer valer a cidadania não é apenas na hora de votar, mas também no que tange acompanhar os candidatos eleitos questionando-os, aplaudindo ou denunciando (se for o caso).
Bem, retirando essa conversa teórica, nós sabemos quais são os políticos que tem parentesco com mulheres que empregam a sua mão-de-obra em lupanares. MAS PORQUE CARGAS D'AGUA ESSES CARAS AINDA SÃO ELEITOS? PORQUE TEMOS GRANDES CORONÉIS NA POLÍTICA AINDA? SERÁ SIMPLESMENTE UMA FALTA DE VERGONHA NA CARA DA POPULAÇÃO OU TEM ALGO NAS ENTRANHAS DO PODER QUE POSSIBILITAM UMA SAFADEZA CONTÍNUA E UMA SUBMISSÃO COMPLETA DO POVO?
Como havia dito esse tema é complicado por se tratar de tantas peculiaridades no que envolve o PODER (como conceito) e o poder ( derivado da ação política) e que, como é mais que evidente, a população está à margem de tal discussão. Vamos nos concentrar na ação política que nada mais é que uma relação entre pessoas, ondem uma ou mais pessoas exercem influência sobre as demais, em poucas palavras, relações de poder.
Tal relação aqui no nosso querido país, tomam proporções gigantescas e junta-se a isso a velha história do paternalismo secular brasileiro (que se modifica mas não desaparece). Temos então uma política no Brasil mais voltada para o caráter pessoal do governante do que para a sua especialidade política, ética e capacidade administrativa. E ainda, não bastando esses babacas usarem e abusarem de caracteristicas carismáticas, os meios de mídia auxiliam esse processo moldando a figura do sujeito para que o cidadão ache que o candidato é o proxímo Papa. E ainda temos os grandes bolsões de safadeza.
Para melhor explicar o que seriam esses tais bolsões, um exemplo ajudará a elucidar a questão. Em uma viagem, um amigo meu foi ao Maranhão em um congresso em São Luís e me disse que lá tudo, TUDO, é de uma grande família política conhecidissíma. Em que os prédios públicos, estádios, escolas, as principais avenidas, levam os nomes desses "benfeitores". E ele me contou uma curiosidade, que na capital do estado do Maranhão essa família não vence eleições há uns 20 anos, mas que nas cidades periféricas e no interior eles comandam ($$$$$).
Bem, espero que esse exemplo dê a entender o que seriam esses bolsões.
Voltando a putaria, quer dizer a Política, temos menos de um mês para as proxímas eleições e que decidirá o futuro da nação nos proxímos oito anos (reeleição de merda!) então o importante é votar com o máximo de consciência possível, analizar as propostas e não votar nesses merdas com cara de bom moço ou em PALHAÇOS que nem sabem o que estão fazendo lá. Política fazemos todo o dia , agora não vamos deixar esses caras fazerem merda toda hora.
E tenho dito!

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Vai tartaruguinha...

Bem amigos estamos de volta a ativa depois de um longo período parado. Muitas coisas aconteceram e continuam a acontecer, dentre elas, e para variar as piores acontecem sempre conosco, as grandes "enroladas de unha" cada vez se coloca mais nítida na vida. Como este é um post de reabertura de trabalhos, estamos aqui para "solar" algumas questões.
A grande questão que percebemos depois de um tempo é a capacidade masculina de SER ENGANADO pelo sexo oposto. Não que a capacidade masculina de discernimento seja reduzida, ou que em um determinado momento há um obscurecimento da nossa razão, não concordamos com essas questões. muito pelo contrário, concordamos com o fato da capacidade feminina de enganar nós pobres seres do sexo masculino.
No decorrer desse ano fomos acometidos de vários fatores que nos colocaram em xeque. Relatos de companheiros nossoa nos expõem a possibilidadede haver um complô universal feminino. Porém a resistência já está posta...
Companheiros uni-vos pela causa. CANSEI DE SER ENGANADO!...
Nos colocamos sempre à frente da situação para tentar impedir que algo de ruim acontece com alguém, semelhante à nós.
Seremos tudo de ruim que não fomos antes.
E sem citar nomes, para evitar condenações antecipadas, digo para essas pessoas que o bar está aberto.
Desejamos aquilo tudo que a vida tem de bom...
Enfim, dito isso, vamos para outra questão que nos irritou profundamente.
Há no mundo uma linha bem tênue entre o que se possa dizer "certo e errado", pois bem, é certo que temos o nosso direito a diversão, a alegria, a farra e a folia, mas, na nossa simples concepção de mundo, é errado que essas coisas aconteçam da forma em que não possamos tirar o máximo proveito da situação. Ou os bares são caros, ou as mulheres estão insdisponíveis, ou somos obrigados a colocar o grandioso Madureira para jogar (não que seja um sacrifício), não há mais simplicidade nas coisas, tudo é determinado e fixado apartir de certos valores que muitas das vezes estão fora de nosso alcance, nada é facilitado para nós.
Como diria um companheiro nosso de caminhada: "TAMO JUNTO". Só assim para enfrentar as dificuldades impostas contra nós.
Enfim... mas o divertido está aí, na própria dificuldade.
Então vai Tartaruguinha... vai.... vai para a PUTA QUE PARIU!

sábado, 23 de maio de 2009

Palavras compridas

O que me traz aqui par esse post é algo interessante que as vezes penso que o seu sentido acabou-se perdendo pelo aumento indiscriminado da "moralidade". Quero dizer: a partir do momento em que nos colocamos diante de uma sociedade com valores drásticamente deturpados, e quase que de forma automatizada, retomamos os aspectos de contuda em que nossos pais ou até mesmos os nosso avós foram criados. Em fim, o simples ato de nos expressar com um bom e sonoro palavrão, tornara-se, diferentemente como era expressado à 30 ou 40 anos atrás, uma injúria gravíssima.
Digo isso pelo fato de que não importa mais o motivo pelo qual acionamos todas as nossas articulações para nos expressar dessa forma, mas sempre seremos repreendidos sob qualquer desxulpa.
Expressar um palavrão não significa ofender ninguém, e sim expor algo que lhe ocorreu no mesmo instante.
Devemos sim tomar cuidado para não direcionar a palavrar para um desconhecido, pois aí sim tornar-se-ia algo repreensível.
Mas em outras circunstâncias, o alvío que nos dá depois de pronúncia do tal famigerado palavrão, não é passível de descrição alguma. Então meus queridos amantes de um bom recurso linguístico, expressem se da melhor forma possível, até mesmo com um palavrão, pois duvído que há palavra que melhor expresse o ato de acertar a quina do móvel no ato de levantar-se a noite para ir ao banheio ou a cozinha, do que aquele estrondoso PUTA QUE PARIU!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Retomando as Atividades

Depois de muito tempo sem escrever aqui, eu volto a postar com uma nova ideia. Um personagem que realmente leva tudo do cotidiano, e sempre algo mais. O nosso personagem, por mais que pareça real, é fictício. O seu nome é Pemba. Um jovem de futuro promissor, vindo de um bairro de classe média e como uma família bem estruturada, o que nos padrões de hoje é um pouco difícil. Sempre teve a oportunidade de frequentar as melhores escolas e os melhores cursinhos. E então ele consegue passar na universidade, e é aí que a nossa história começa.
Morando em uma cidade que gira em torno da Universidade e das varias empresas e industrias, uma cidade de médio porte, próxima a capital do Estado, e que ficava por volta de 7 horas de sua cidade natal.
Era um belo dia de inverno, quando Pemba, o nosso heroi estava calmamente andando nas imediações do centro da cidade e ele olha um cartaz bem curioso : "Corto cabelo e Pinto."
E na mesma hora ele pensou : "Puta que pariu! Eu nunca vou cortar a porra do meu cabelo nesse cara, que ainda de quebra vai cortar fora o meu bilingues!"
E foi seguindo pensando sobre o cartaz que acabara de ver. Ficava olhando para os outros letreiros, absmado com tamanha competência do sujeito que além de cortar o cabelo, cortaria o pinto. Mas, como era uma pessoa inteligente e percipcaz, ele viu que se tratara de um erro ortografico, e prontamente voltou ao local, onde foi conversar com o responsavel pelo letreiro, no caso, o proprio barbeiro.
Pemba abordou o barbeiro: Meu caro senhor, gostaria de lhe informar que o seu letreiro está incorreto.
E o barbeiro, com um tom um pouco rude prontamente responde: E eu com isso? A porra do letreiro é meu, a merda da barbearia é minha, eu corto o que eu quiser, pinto, cu, bunda, peito, depende do desejo do fregues!! E outra, seu filha da puta mal educado, primeiro se pergunta o nome, e o meu para o seu desinteresse é Mario, sacou?!
E com um enorme espanto, Pemba ve-se pasmo, sem saber o que fazer, conseguindo apenas falar: VAI TOMA NO MEIO DO OLHO DO SEU CU, SEU VIADO, FILHO DE UM CORNO E DE UMA PROSTITUTA DE ESTRADA!!
E então tomado por um impeto de raiva, o barbeiro Mario toma em suas mãos a sua preciosa navalha de ouro e com um golpe repentino ataque o nosso pobre protagonista, que lembrando dos treinamentos na academia de luta do mestre Shurato, consegue desviar.
Depois de um tempo do barbeiro o atacando, e ele deviando de seus golpes, Pemba para e diz : Para essa merda toda, e vamos conversar!
O barbeiro se senta e aceita a decisão de parlatorio de Pemba...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

A despedida



O que me trás a esse post nesse dia de hoje é algo muito triste e que todos passam um dia por isso. A despedida. Não importa se a pessoa vá embora, se ela deixa o nosso convio para todo sempre, ou que se tudo que um dia foi extremamente bom e que nos trouxe uma felicidade tremenda acaba.
É realmente muito triste quando percebemos que aquilo que nos fazia tão bem teve um fim. Mas quando lembramos que aquilo que valeu a pena ficou para trás como uma lembrança de que vivemos com um espirito elevado e que soubemos aproveitar cada momento.
Despedir de algum momento que foi espetacular, no faz sentir um peso tão grande nas costas como se o mundo inteiro estivesse nos nossos ombros, de maneira como que se estivessemos sozinhos, abandonados ... apenas nós mesmos e um novo mundo para descobir.
Não sabemos direito se a dor da despedida pode nos fazer superar as feridas que sofremos, mas temos sempre a certeza de que o que passamos foi algo tão fantástico que ao recordar, as feridas e a dor que sentimos podem ser superadas pela lembraça das pessoas maravilhosas que conhecemos e dos momentos que passamos.
Se choramos, não é por estarmos tristes, mas é por que sabemos que as nossas lagrimas parecem querer que nos façam retornar ao momento que lembramos, isso é de tal forma excepcional que nos mostra o quanto a despedida pode ser de certa forma algo bom, pois não vai possibilitar ficar na mesma coisa sempre. Nos mostra um caminho novo a seguir, a tentar conhecer melhor, e ver novas pessoas.
Sempre lembrando o quanto que algumas pessoas que fizeram parte de nossa vida vão ficar marcada nos nossos corações e nas nossas mentes. Deixando apenas o espetáculo da vida para novas cenas, e deixando aplausos para os grandes atos que se foram e nos deixaram como estamos hoje.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

ARRROOOTOOOO!!!!

O assunto que me trás hoje é algo muito comum, porém pouco valorizado em nossa cultura. A arte de um belo e ressonante arroto. Muitos dizem que isso é um hábito nojento e de que devemos reprimir isso a todo custo.
Bem, quem já conseguiu dar um bom arroto que ecoasse até a casa dos vizinhos, ou durasse mais de 10 segundos, ou ainda estremecesse toda a estrutura da parede, sabe bem o quanto é bom aliviar dos gazes que tanto nos encomodam e assim mostrar toda a nossa capacidade neanderthal que ainda reside em nosso ser.
Mamãe sempre fala para seus filinhos que é muito feio arrotar. Mas alguém me explica uma forma politicamente correta de expelir os gazes de, por exemplo, um bom copo de coca cola, ou então de uma disputa idiota de virar copos de cerveja; impossível não dar um bom arroto.
Em algumas sociedades soltar um arroto depois das refeições é sinal de aprovação da comida que lhe foi oferecida e a falta dele é considerada uma tremenda ofensa. Sinceramente eu não sei onde que se encaixa a falta de educação no hábito do arroto.
Tudo bem que um arroto direto em seus ouvidos não é algo prazeroso, mas inibir alguém de faze-ló seria uma quebra na liberdade de expressão. Acho até que deveria ter arrotódromos, como tem os ambientes para os fumantes, deveria ter também o dos arrotadores...
Não sei realmente se o arroto é algo a ser considerado ofensivo, ou, como uma demonstração de poder, coisa que eu levaria umas 2 horas para escrever o porque disso. Mas creio eu que o arroto é apenas uma demonstração de algo em que você está satisfeito por completo, e quer partilhar isso com alguém.
Por isso, nada subistitui um bom e sonoro arroto.