quinta-feira, 10 de julho de 2008

A despedida



O que me trás a esse post nesse dia de hoje é algo muito triste e que todos passam um dia por isso. A despedida. Não importa se a pessoa vá embora, se ela deixa o nosso convio para todo sempre, ou que se tudo que um dia foi extremamente bom e que nos trouxe uma felicidade tremenda acaba.
É realmente muito triste quando percebemos que aquilo que nos fazia tão bem teve um fim. Mas quando lembramos que aquilo que valeu a pena ficou para trás como uma lembrança de que vivemos com um espirito elevado e que soubemos aproveitar cada momento.
Despedir de algum momento que foi espetacular, no faz sentir um peso tão grande nas costas como se o mundo inteiro estivesse nos nossos ombros, de maneira como que se estivessemos sozinhos, abandonados ... apenas nós mesmos e um novo mundo para descobir.
Não sabemos direito se a dor da despedida pode nos fazer superar as feridas que sofremos, mas temos sempre a certeza de que o que passamos foi algo tão fantástico que ao recordar, as feridas e a dor que sentimos podem ser superadas pela lembraça das pessoas maravilhosas que conhecemos e dos momentos que passamos.
Se choramos, não é por estarmos tristes, mas é por que sabemos que as nossas lagrimas parecem querer que nos façam retornar ao momento que lembramos, isso é de tal forma excepcional que nos mostra o quanto a despedida pode ser de certa forma algo bom, pois não vai possibilitar ficar na mesma coisa sempre. Nos mostra um caminho novo a seguir, a tentar conhecer melhor, e ver novas pessoas.
Sempre lembrando o quanto que algumas pessoas que fizeram parte de nossa vida vão ficar marcada nos nossos corações e nas nossas mentes. Deixando apenas o espetáculo da vida para novas cenas, e deixando aplausos para os grandes atos que se foram e nos deixaram como estamos hoje.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

ARRROOOTOOOO!!!!

O assunto que me trás hoje é algo muito comum, porém pouco valorizado em nossa cultura. A arte de um belo e ressonante arroto. Muitos dizem que isso é um hábito nojento e de que devemos reprimir isso a todo custo.
Bem, quem já conseguiu dar um bom arroto que ecoasse até a casa dos vizinhos, ou durasse mais de 10 segundos, ou ainda estremecesse toda a estrutura da parede, sabe bem o quanto é bom aliviar dos gazes que tanto nos encomodam e assim mostrar toda a nossa capacidade neanderthal que ainda reside em nosso ser.
Mamãe sempre fala para seus filinhos que é muito feio arrotar. Mas alguém me explica uma forma politicamente correta de expelir os gazes de, por exemplo, um bom copo de coca cola, ou então de uma disputa idiota de virar copos de cerveja; impossível não dar um bom arroto.
Em algumas sociedades soltar um arroto depois das refeições é sinal de aprovação da comida que lhe foi oferecida e a falta dele é considerada uma tremenda ofensa. Sinceramente eu não sei onde que se encaixa a falta de educação no hábito do arroto.
Tudo bem que um arroto direto em seus ouvidos não é algo prazeroso, mas inibir alguém de faze-ló seria uma quebra na liberdade de expressão. Acho até que deveria ter arrotódromos, como tem os ambientes para os fumantes, deveria ter também o dos arrotadores...
Não sei realmente se o arroto é algo a ser considerado ofensivo, ou, como uma demonstração de poder, coisa que eu levaria umas 2 horas para escrever o porque disso. Mas creio eu que o arroto é apenas uma demonstração de algo em que você está satisfeito por completo, e quer partilhar isso com alguém.
Por isso, nada subistitui um bom e sonoro arroto.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Papel Higiênico

O assunto que me trás a esse post de hoje é algo que há muito tempo me intriga, e que eu dúvido muito que nenhum de vocês nunca tenha-se perguntado o mesmo. Porquê diabos o papel higiênico é perfumado?
Eu nunca entendi esses produtos que, por mais cheiroso que seja, não tem nenhuma função prática determinada. Dar cheiro ao fiofó? Alguém cheira o fiofó do outro em condições normais de temperatura e pressão? Tudo bem que às vezes achamos ou denominamos de 'cheira-cu'.
Mas não faz nenhum sentido lógico que a porcaria do papel de limpar a bunda tenha um cheiro de flores campestres. Só para custar mais caro, ou as pessoas que o compram se sintam de certa forma importante.
Se pelo menos esses papéis tivessem a função de uma limpeza total, sem que precisassemos passar N vezes para limpar o Fiofó.
Eu realmente não compreendo isso. Tudo bem que é uma grande forma de ganhar dinheiro por parte das empresas, mas porra, ganhar dinheiro com a cagada alheia é foda.

domingo, 6 de julho de 2008

Bebunsss



O assunto que me trás para esse post é relacionado há um fato muito interessante, porém que ás vezes, e somente ás vezes, pode nos causar um grande constrangimento.
É o simples fato da bebida em grande quantidade.
Ou seja, enchimento de cara, pingaiada, cachaçaiada da braba, entorna o caneco, beber pra caraiiiiaaaa. Tudo isso pode nos causar transtornos frequentes.
Além de bebermos por que é muito bom fazer isso, bebemos por que estamos tristes, porque tomamos um pé na bunda, e principalmente para ficar ruim mesmo e fazer merda. Esse aí é o maior problema, pois sempre que essa idéia é desenvolvida, nunca temos conclusões que prestem.
Apresento a vocês um personagem, que embora tenha um conteúdo real, é fictício. Vou chama-ló de Zé. Uma vez Zé estava bebendo sozinho uma garrafa de cachaça, da pior qualidade possivel, até que foi indagado por um de seus amiguinhos que por sua volta passeava feliz o porque que Zé bebia daquele jeito. Zé, aos prantos, disse que a sua vida não mais valia a pena que a sua mulher tinha lhe corneado com o pedreiro da obra vizinha.
Zé invernou tanto na cachaça que começou a dar trabalho. Bebia toda hora e não tinha limites. Sempre que ele saia com seus amigos, fazia cagada...literalmente falando. Até que um dia ele bebeu tanto, mais tanto, que o pior aconteceu.
Havia no seu bairro um, detesto esse termo, Afro-descendente, que o seu apelido já dizia tudo, Jamanta. Pois bem, após ter bebido demais Zé, no tragéto de retorno a sua casa, brigou com seus amigos que o levavam para a sua casa. Seus amigos ficaram com muita raiva e deixaram ele ir sozinho. Zé, muito chapado, não deu conta de chegar em casa e acabou dormindo, só que para a sua infelicidade, na porta da casa do Jamanta. É, eu acho que a imaginação de vocês já conseguiram captar o que aconteceu com o pobre orifío expelidor de fezes de Zé.
A partir desse dia Zé parou de beber, mudou de cidade e virou crente. E casou-se com um gaúcho.
Moral da história: sempre que for beber, nunca que seja por causa de mulher (é voltado para os homens mesmo), se acaso for beber, nunca brigue com quem te leva para casa. Porque você por ficar jogado na rua e... Brioco de bebum é do primeiro que passar...
E tenho dito

sábado, 5 de julho de 2008

O Blog

É com um imenso desprazer que venho nesse primeiro post do Blog. Não por achar que toda a internet é recehada de lixo, ou que o nosso universo cultural tem ilhas de criação que podem ser consideradas boas. Muito menos, também, é ,se for ver, a nossa educação... opa... errei nas palavras, irei tentar de novo. Muito mais É a educação. Agora sim. Agora sim é o caralho. A possibilidade de escrever, e ainda escrever em uma página da internet já é algo de outro mundo para alguns do nosso Brasil, lindo e idolatrado nos campos de futebol.
O que mais me irrita, e o que me motivou a escrever esse primeiro posto, é o fato de ocorrer com uma certa normalidade, alguns discurssos que pregam "um estado de coitadinhos" que essas pessoas vivem. Algo do tipo: "coitadinho desse menino que mostrou no Jornal Nacional, tem que andar 200 km só para assistir uma aula, coitadinho né?", isso é até divertido. Principalmente por que essas mesmas pessoas que assitem esses tele-jornais, e logo após (com um grau de coincidência enorme) assistem as badaladas tele-novelas, e dizem da mesma forma quando viu o pobre garotinho indo atrás de seu futuro, se reverem na novela a personagem que se assemelha a esse garotinho como "aquele que é pobre, burro e fudido, mas que no final vai se dar bem, só porque ele é do núcleo bom da novela".
Eu me divirto muito. A nossa educação não é questão de definir se o garotinho, coitado dele até eu fiquei com pena agora, é o merecedor da nossa pena ou não. Vivemos em um mundo em que ao "coitatizar" alguém, estamos inferiorizando a pessoa de tal forma que mesmo que ela consiga se sobrepor por méritos próprios, vai continuar sendo coitado e sofredor. Essa mania é cada vez mais frequente.
As mesmas pessoas que ditam caracteristicas a outra, são as primeiras a apontar erros em tudo, e não são capazes de apontar o dedo para o próprio nariz e perceber que o grande erro está nele mesmo, e que nada poderá mudar se essa pessoa não levantar a bunda da poltrona e começar a fazer que essa realidade mude.
Estamos fartos de saber que, não apenas no nosso país, mas como no mundo inteiro, as mudanças só podem ocorrer de forma mais drásticas se as pessoas que vivem sob a bandeira de sua nação não fizer valer a sua vontade.
Mas isso é assunto para os próximos posts.