sábado, 23 de maio de 2009

Palavras compridas

O que me traz aqui par esse post é algo interessante que as vezes penso que o seu sentido acabou-se perdendo pelo aumento indiscriminado da "moralidade". Quero dizer: a partir do momento em que nos colocamos diante de uma sociedade com valores drásticamente deturpados, e quase que de forma automatizada, retomamos os aspectos de contuda em que nossos pais ou até mesmos os nosso avós foram criados. Em fim, o simples ato de nos expressar com um bom e sonoro palavrão, tornara-se, diferentemente como era expressado à 30 ou 40 anos atrás, uma injúria gravíssima.
Digo isso pelo fato de que não importa mais o motivo pelo qual acionamos todas as nossas articulações para nos expressar dessa forma, mas sempre seremos repreendidos sob qualquer desxulpa.
Expressar um palavrão não significa ofender ninguém, e sim expor algo que lhe ocorreu no mesmo instante.
Devemos sim tomar cuidado para não direcionar a palavrar para um desconhecido, pois aí sim tornar-se-ia algo repreensível.
Mas em outras circunstâncias, o alvío que nos dá depois de pronúncia do tal famigerado palavrão, não é passível de descrição alguma. Então meus queridos amantes de um bom recurso linguístico, expressem se da melhor forma possível, até mesmo com um palavrão, pois duvído que há palavra que melhor expresse o ato de acertar a quina do móvel no ato de levantar-se a noite para ir ao banheio ou a cozinha, do que aquele estrondoso PUTA QUE PARIU!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Retomando as Atividades

Depois de muito tempo sem escrever aqui, eu volto a postar com uma nova ideia. Um personagem que realmente leva tudo do cotidiano, e sempre algo mais. O nosso personagem, por mais que pareça real, é fictício. O seu nome é Pemba. Um jovem de futuro promissor, vindo de um bairro de classe média e como uma família bem estruturada, o que nos padrões de hoje é um pouco difícil. Sempre teve a oportunidade de frequentar as melhores escolas e os melhores cursinhos. E então ele consegue passar na universidade, e é aí que a nossa história começa.
Morando em uma cidade que gira em torno da Universidade e das varias empresas e industrias, uma cidade de médio porte, próxima a capital do Estado, e que ficava por volta de 7 horas de sua cidade natal.
Era um belo dia de inverno, quando Pemba, o nosso heroi estava calmamente andando nas imediações do centro da cidade e ele olha um cartaz bem curioso : "Corto cabelo e Pinto."
E na mesma hora ele pensou : "Puta que pariu! Eu nunca vou cortar a porra do meu cabelo nesse cara, que ainda de quebra vai cortar fora o meu bilingues!"
E foi seguindo pensando sobre o cartaz que acabara de ver. Ficava olhando para os outros letreiros, absmado com tamanha competência do sujeito que além de cortar o cabelo, cortaria o pinto. Mas, como era uma pessoa inteligente e percipcaz, ele viu que se tratara de um erro ortografico, e prontamente voltou ao local, onde foi conversar com o responsavel pelo letreiro, no caso, o proprio barbeiro.
Pemba abordou o barbeiro: Meu caro senhor, gostaria de lhe informar que o seu letreiro está incorreto.
E o barbeiro, com um tom um pouco rude prontamente responde: E eu com isso? A porra do letreiro é meu, a merda da barbearia é minha, eu corto o que eu quiser, pinto, cu, bunda, peito, depende do desejo do fregues!! E outra, seu filha da puta mal educado, primeiro se pergunta o nome, e o meu para o seu desinteresse é Mario, sacou?!
E com um enorme espanto, Pemba ve-se pasmo, sem saber o que fazer, conseguindo apenas falar: VAI TOMA NO MEIO DO OLHO DO SEU CU, SEU VIADO, FILHO DE UM CORNO E DE UMA PROSTITUTA DE ESTRADA!!
E então tomado por um impeto de raiva, o barbeiro Mario toma em suas mãos a sua preciosa navalha de ouro e com um golpe repentino ataque o nosso pobre protagonista, que lembrando dos treinamentos na academia de luta do mestre Shurato, consegue desviar.
Depois de um tempo do barbeiro o atacando, e ele deviando de seus golpes, Pemba para e diz : Para essa merda toda, e vamos conversar!
O barbeiro se senta e aceita a decisão de parlatorio de Pemba...