sábado, 23 de maio de 2009

Palavras compridas

O que me traz aqui par esse post é algo interessante que as vezes penso que o seu sentido acabou-se perdendo pelo aumento indiscriminado da "moralidade". Quero dizer: a partir do momento em que nos colocamos diante de uma sociedade com valores drásticamente deturpados, e quase que de forma automatizada, retomamos os aspectos de contuda em que nossos pais ou até mesmos os nosso avós foram criados. Em fim, o simples ato de nos expressar com um bom e sonoro palavrão, tornara-se, diferentemente como era expressado à 30 ou 40 anos atrás, uma injúria gravíssima.
Digo isso pelo fato de que não importa mais o motivo pelo qual acionamos todas as nossas articulações para nos expressar dessa forma, mas sempre seremos repreendidos sob qualquer desxulpa.
Expressar um palavrão não significa ofender ninguém, e sim expor algo que lhe ocorreu no mesmo instante.
Devemos sim tomar cuidado para não direcionar a palavrar para um desconhecido, pois aí sim tornar-se-ia algo repreensível.
Mas em outras circunstâncias, o alvío que nos dá depois de pronúncia do tal famigerado palavrão, não é passível de descrição alguma. Então meus queridos amantes de um bom recurso linguístico, expressem se da melhor forma possível, até mesmo com um palavrão, pois duvído que há palavra que melhor expresse o ato de acertar a quina do móvel no ato de levantar-se a noite para ir ao banheio ou a cozinha, do que aquele estrondoso PUTA QUE PARIU!